Bloqueio Epidural da Região Lombossagrada

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Demonstração da nossa técnica preferida de bloqueio epidural

A Posição do paciente será em decúbito esternal, com as tuberosidades isquiáticas apoiadas na mesa de cirurgia e com flexão das ancas, ficando os calcanhares apoiados na mesa e junto ao toráx.

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Na imagem estão marcados na linha sagital: processos espinhosos de L6, L7 (sem anotação ) e S2   e ladeando o processo espinhoso de L7  a zona de projecção mais dorsal das tuberosidades sacrais dos ossos ilíacos.

Clique na ligação seguinte para o video da técnica e pode seguir a descrição no último parágrafo deste texto.

 VIDEO YOUTUBE


Após identificar cada um destes marcos deixamos um dedo sobre a apófise espinhosa de S2 (geralmente mais projectada dorsalmente que a de S1) . Um pouco cranealmente ao dedo (esta distância depende do tamanho do animal) e  mantendo-nos orientados com a linha sagital, introduzimos a agulha com um ângulo de 90 graus em relação à pele até tocarmos na lâmina do sacro (não favorecendo um ângulo que permita a entrada directa no canal vertebral) . Seguidamente vamos "tacteando" esta lâmina levantando a agulha e angulando a sua direcção por forma a que a sua ponta toque na lâmina sacral um pouco mais cranealmente . Executamos este gesto até que a agulha atinge e perfura o ligamento amarelo. Além do "feedback" sensitivo que obtemos através da agulha , obtemos também a visualização directa de que a agulha "desceu um degrau".
Esta  técnica permite obter a sensação dos 2 níveis (dorso-ventrais) distintos que são a face dorsal da lâmina sacral e o canal vertebral .
A agulha é uma espinhal ponta tipo Quincke. Devemos evitar tocar na lâmina óssea  com demasiada força por forma a deteriorar a ponta da agulha.





 

 

 

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